16 de julho de 2012

Para Roma com amor

Sábado a tarde, depois de uma semana exaustiva no mestrado e no trabalho, resolvi escolher um filme para relaxar. Como eu não queria correr risco de 'perder' meu tempo, fui de Woody Allen que amo e admiro profundamente seu trabalho. Excelente escolha: Para Roma com amor (To Rome with love, 2012) tem excelentes atuações de Alec Baldwin, Penelope Cruz e do próprio Woody Allen num papel hilário e com as melhores falas/piadas, obviamente. O longa é segmentado em 4 partes principais. Em uma delas, um casal americano (Woody Allen e Judy Davis) viaja para conhecer os pais do noivo de sua filha. Outra história fala de Leopoldo (Roberto Benigni), um simples cidadão que se torna famoso da noite para o dia ao ser confundido com uma celebridade. A terceira história fala de um arquiteto (Alec Baldwin) que está visitando a Itália com um grupo de amigos. E na última história temos dois jovens recém-casados que se perdem  um do outro por uma casualidade geográfica, levando-os a viver situações hilárias e altamente inesperadas.

Pude matar saudades do tempo que passei uma semana na cidade de Roma - que amo incondicionalmente - e ao mesmo tempo dar boas gargalhadas diante de um roteiro inteligente, bem escrito, bem dirigido e com atuações exemplares numa trilha sonora tipicamente italiana.

O diretor ainda usa de algumas fórmulas que funcionaram em seus filmes anteriores e que, a meu modo, se tornam quase obrigatória nesta sua sequência de filmes sobre metrópoles turísticas: imagens de pontos turísticos de tirar o fôlego e atores consagrados em papeis próximos do mundo real.

Woody Allen segue em frente em sua "turnê" cinematográfica, depois de "esquecer" sua amada Nova York. Antes desta película, ele rodou filmes em Londres (Ponto Final - Match Point (2005), Scoop - O Grande Furo (2006), O Sonho de Cassandra (2007) e Você Vai Conhecer o Homem dos Seus Sonhos (2010) ), Barcelona (Vicky Cristina Barcelona (2008) e Paris (Meia Noite em Paris (2011). Todos são dignos e muito interessantes!

Não tenha dúvida ao escolher Woody Allen na sua versão italiana... é diversão garantida para aqueles que curtem filmes com diálogos filosoficamente engraçados!


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Flávio