18 de junho de 2009

Sem ir ar




Sem ir ar
Não andamos
Não pensamos
Não sorrimos
Nem sequer sonhamos

Sem ir ar

A vida perde o sentido
O mundo o seu colorido
O mental faz-se destruído
A alegria sem ruido

Sem ir ar

Quanta coisa perdemos
Quanto rancor corroemos
Quanto desamor vivemos

Sem ir ar

Não saberia o que é alegria
Nem teria o sabor da folia
Jamais morango provaria

Sem ir ar
Meu mundo sucumbiria
Nem ao menos sorriria
Muito menos a vida valeria!



18/06/2009

Um comentário:

  1. Flavio!

    Tomei a liberdade de levar fragmentos de tuas Riquezas lá para meu blog.
    Escrevi o que senti no momento exato:


    E aqui diante dessa CRIAÇÃO belíssima
    Onde encontro o AR
    Sem ele não respiramos
    Ganhei um grande prêmio!

    Recebo assim com simpatia
    Um presente inspirado no que transmito
    Ecoa como um grito, no infinito
    Tão verdadeiro que é bonito
    Eu acredito!

    O ar que é invisível
    Sente quem é sensível
    E recebe com carinho
    faz como o passarinho
    Um ninho bem quentinho
    Onde pode repousar
    E novamente Voar
    Mais forte!
    Com toda sorte
    De ver
    Um novo amanhecer!!!

    As noites sombrias
    Existem e existirão
    Com mais alegria
    Com ou sem alegoria
    E fantasia.

    Vida REAL existe
    Um SUJEITO mesmo triste
    Produz tanta riqueza
    Com a ordem da natureza
    Cheia de graça e beleza
    Posso ver tua GRANDEZA
    Sem sair daqui
    Existes, estás aí!

    Muito Obrigada!

    Cenira = "SEM IR AR"

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Agradeço o seu comentário, é sempre bom exercitarmos a nossa melhor e mais eficiente qualidade: comunicação!
Forte abraço,
Flávio