8 de junho de 2008

Mas eu Juro












Maju é assim:
Com olhos infinitos,
Profundos,
Hipnóticos,
Intensa no rir, no falar, no agir
Sangue oriental
A uma mistura animal
Um sossego turbulento
Um simples juramento
Eis Maju!
Pés descalços
Braços arranhados
Suor latente
Em busca do suco, só sumo
Eis o meu caju!

Não olhe, ela queima!
Não pense, ela decifra!
Não fale, ela devora!

Maju... eu juro!

(Poema dedicado à Maria Júlia: uma alma-irmã neste universo poético)

3 comentários:

  1. Este comentário foi removido pelo autor.

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  2. Esse poema é assim...algo especial que guardarei pra sempre.
    Flávio é um amigo raro que encontrei nesse mundo de meu Deus!
    Que nossos caminhos sejam sempre unidos pela amizade e pelas letras.
    Obrigada Flá!!
    Muito beijos
    Maju

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Agradeço o seu comentário, é sempre bom exercitarmos a nossa melhor e mais eficiente qualidade: comunicação!
Forte abraço,
Flávio